Alemanha: Mulheres que promovem reformas na Igreja, na mira do discurso de ódio

Irme Stetter-Karp (à esquerda) e Agnes Wuckelt (à direita). (Foto: Frame do Youtube e Julia Steinbrecht | Catholic News Agency - KNA)

Mais Lidos

  • "Estamos nos tornando cada vez mais solitários e mais tolos". Entrevista com Carmody Grey, a filósofa que disse não à Anthropic

    LER MAIS
  • Mulheres estudantes da Escola Nacional de Belas Artes em exposição de trabalhos em 1935

    O esquecimento das mulheres na história da arquitetura e do urbanismo brasileiro: “Estiveram na Escola Nacional de Belas Artes desde o início”. Entrevista com Camila Belarmino

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

07 Julho 2023

Duas mulheres, representantes proeminentes do setor reformista na Igreja Católica na Alemanha, denunciaram ter recebido ameaças de morte, insultos e ser alvo do que é considerado discurso de ódio devido ao seu compromisso eclesial. Isso foi confirmado por Irme Stetter-Karp, presidente da Comissão Central dos Católicos Alemães (ZdK) e uma das presidentes do Caminho Sinodal alemão, e pela professora de teologia e vice-presidente federal da Comunidade das Mulheres Católicas na Alemanha (kfd), Agnes Wuckelt.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 06-07-2023.

Duas mulheres, representantes proeminentes do setor reformista na Igreja Católica na Alemanha, denunciaram ter recebido ameaças de morte, insultos e ser alvo do que é considerado discurso de ódio devido ao seu compromisso eclesial. Isso foi confirmado por Irme Stetter-Karp, presidente da Comisão Central dos Católicos Alemães (ZdK) e copresidente do Caminho Sinodal Alemão, e pela professora de teologia e vice-presidente federal da Comunidade das Mulheres Católicas na Alemanha (kfd), Agnes Wuckelt.

Esta última, segundo o portal Katholisch, garante que "duas vezes recebi ameaças de morte", além de ver comentários de todo o tipo em resposta aos seus artigos ou à sua atividade nas redes sociais, bem como por e-mail.

Stetter-Karp, por sua vez, sublinha que "há um grande sentimento de impotência", e embora tenha sofrido este tipo de ataque, insulto e desqualificação durante muito tempo. "Não quero ser silenciada", acrescentou. Essa agitação não deveria atrapalhar seu trabalho, pois "mensagens de ódio me machucam, mas não atingem minha cabeça nem o fundo do meu coração".

Leia mais