“Não dá para calar” diante da violência instalada no país, diz IECLB

Imagem: Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB)

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01 Junho 2022

 

Reportando-se às violentas ações policiais ocorridas nos últimos dias no Rio de Janeiro e em Umbaúba, Sergipe, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) emitiu nota conclamando suas congregações e a sociedade em geral para uma mudança radical: “da violência para a paz, da injustiça para a justiça, do ódio para o amor”.

 

A informação é de Edelberto Behs, jornalista.

 

A nota, que leva por título palavras do Sermão do Monte – “bem aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”-, destaca que Cristo sofreu violência, morreu e ressuscitou para dar vida plena às pessoas. “Jesus nos deixou a sua paz e nos deu orientações para superar a violência”.

 

A manifestação luterana aponta que “não é possível calar e aceitar como normal” a morte de Genivaldo de Jesus Santos, morto por asfixia, com uso de produto químico “dentro de uma viatura da Polícia Federal”. A escalada da violência no país, afirma o texto, revela-se “nos relacionamentos pessoais, familiares, domésticos, no trânsito, nas redes sociais, e chega ao crime organizado”. Assinala também que, “em alguns casos, a ação de combate à violência pelo poder público é igualmente violenta”.

 

A carta pastoral, assinada pela presidenta da igreja, pastora Sílvia Beatrice Genz, pelo pastor primeiro vice-presidente, Odair Airton Braun, e pelo pastor segundo vice-presidente, Dr. Mauro Batista de Souza, pede orações em favor das pessoas que sofrem violência e promovem a paz e a justiça no país, seguindo o lema bíblico da igreja para 2022: “Não amemos de palavra, nem da boca para fora, mas de fato e de verdade” (1 João 3,18).

 

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