Paralisação do Mais Médicos pode causar 100 mil mortes precoces no Brasil

Médicos ‘enterram’ Dilma e Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde, em frente ao Palácio do Planalto, em 2013 Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

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29 Abril 2019

Estudo feito pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia – UFBA, em colaboração com pesquisadores da Universidade Stanford, EUA, e do Imperial College, de Londres, e que será publicado em breve, projeta o número de óbitos em menores de cinco anos nesse cenário. No total, podem ocorrer 100 mil mortes precoces no Brasil, como noticiou a colunista Mônica Bergamo.

A informação é publicada por Outra Saúde, 29-04-2019.

“Ainda seria uma subestimação do efeito total porque o estudo não inclui os óbitos em maiores de 70 anos e para algumas causas classificadas como não sensíveis à atenção primária, mas que a Estratégia Saúde da Família poderia ter efeitos leves”, acrescenta o pesquisador Davide Rasella, da Universidade Federal da Bahia, que liderou o estudo feito em colaboração com pesquisadores da Universidade de Stanford e do Imperial College de Londres. O estudo, publicado sexta na BMC Medicine, também mostra um impacto maior nos municípios mais pobres, além de um aumento nas desigualdades ao afetar, principalmente, a população negra.

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