Contra o feminicídio, argentinas organizam greve geral de mulheres

Foto: Coletivo Emergente

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Companhias aéreas europeias começam a cortar voos devido à guerra no Irã: Lufthansa anuncia 20 mil cancelamentos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Outubro 2016

O movimento feminista Ni Una Menos, da Argentina, convocou todas as mulheres do país a fazer uma paralisação geral nesta quarta-feira (19) contra o feminicídio.

A informação é publicada por portal Fórum, 18-10-2016.

O ato teve como pano de fundo o aumento de casos de violência contra mulheres no país durante os últimos dias. Uma garota de 16 anos, Lucia Perez, foi estuprada e assassinada em Mar Del Plata, uma mãe assassinou sua filha lésbica, duas jovens foram esfaqueadas em Buenos Aires e um ato de encerramento do Encontro Nacional de Mulheres, em Rosário, foi duramente reprimido pela polícia.

A mobilização irá acontecer simultaneamente no Uruguai, México, Bolívia, Chile, Nicarágua, Honduras, Porto Rico e Paris.

A paralisação está marcada para iniciar às 13h e, às 17h, haverá uma manifestação em Buenos Aires com concentração no Obelisco.

A partir dali as mulheres devem seguir em marcha até a Plaza de Mayo.

Leia mais