A malária cobra a vida de mais de meio milhão de pessoas por ano

Mais Lidos

  • EUA: Conferência Episcopal apresenta parecer jurídico como ‘amicus curiae’ em caso de não discriminação contra LGBTQ+

    LER MAIS
  • ​Sociólogo analisa a conjuntura eleitoral e os possíveis desfechos da eleição de domingo. “Diria que hoje, para sermos mais conservadores na análise, os dois vão para o segundo turno com um viés de alta para o Lula”

    Eleições 2026: “Brasil pode entrar numa rota de conflito interno e de ingovernabilidade radical”. Entrevista especial com Rudá Ricci

    LER MAIS
  • O mundo pós-Trump: a reconstrução da governança ambiental global. Artigo de Carlos Bocuhy

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 26 Abril 2012

De acordo com o Relatório mundial sobre a malária 2011, da Organização Mundial da Saúde, em 2010 houve 216 milhões de casos, com cerca de 665.000 mortes, o que representa uma diminuição de 25% no mundo inteiro desde 2000.

A reportagem está publicada no sítio da Manos Unidas, 25-04-2012. A tradução é do Cepat.

A maioria das mortes foi de crianças que viviam na África, onde a cada minuto morre uma criança por causa do paludismo, e esta doença é responsável por 22% das mortes infantis.

O que fazemos?

Há apenas três anos, em algumas aldeias do estado indiano de Jharkhand, a taxa de mortalidade por malária era muito elevada e a doença, endêmica na zona, afetava a maioria da população. De fato, muitos de seus habitantes se viam cronicamente incapacitados pelos repetidos ataques de malária, o que, como um círculo vicioso, afetava profundamente as suas já paupérrimas economias; os doentes deviam gastar grande parte de sua renda com o tratamento médico e esses ingressos se viam minguados pela impossibilidade de exercer algum tipo de trabalho. Desta maneira, os doentes se convertiam em uma carga para as suas famílias e comunidades.