Amílcar Cabral - 20 de janeiro

Mais Lidos

  • "Um leigo pode liderar a paróquia", propõe Jordi Bertomeu, representante do Dicastério para a Doutrina da Fé

    LER MAIS
  • Intervalos bíblicos, militares e conselhos tutelares: o avanço da teologia do domínio no Brasil. Artigo de Lucas Vinicius Oliveira dos Santos

    LER MAIS
  • Eleições no Brasil estão na órbita dos interesses geopolíticos dos EUA para tentar consolidar sua influência no continente sul-americano em favor das próprias investidas contra a soberania brasileira e regional

    Brasil na mira do intervencionismo trumpista. Entrevista especial com Patricia Mechi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

19 Janeiro 2017

Amílcar Cabral, poeta e líder da revolução de Guiné Bissau e Cabo Verde, é assassinado pela polícia portuguesa. †1973.

Em 1959, Amílcar Cabral, juntamente com Aristides Pereira, seu irmão Luís Cabral, Fernando Fortes, Júlio de Almeida e Elisée Turpin, funda o partido clandestino Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). Quatro anos mais tarde, o PAIGC sai da clandestinidade ao estabelecer uma delegação na cidade de Conacri, capital da República de Guiné-Cronacri. Em 23 de janeiro de 1963, tem início a luta armada contra a metrópole colonialista, com o ataque ao quartel de Tite, no sul da Guiné-Bissau, a partir de bases na Guiné-Conacri.

Em 20 de janeiro de 1973, Amílcar Cabral é assassinado em Conacri, por dois membros de seu próprio partido. Amílcar Cabral profetizara seu fim, ao afirmar: "Se alguém me há de fazer mal, é quem está aqui entre nós. Ninguém mais pode estragar o PAIGC, só nós próprios." Aristides Pereira substituiu-o na chefia do PAIGC.