Sangue animal derramado no Rio Vermelho, em Goiás, saiu de frigorífico da JBS

Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Mais Lidos

  • Escravidão moderna, trabalhadores desprotegidos e precarização universalizada. Entrevista com Reginaldo Ghiraldelli

    LER MAIS
  • Médico defende cuidados paliativos no fim da vida e amenização total da dor em pacientes terminais. “O alívio deve ser na dor total: física, espiritual e emocional”, diz

    Cuidados paliativos: 86% das pessoas que precisam de auxílio no fim da vida são abandonadas. Entrevista especial com Angelo Atalla

    LER MAIS
  • Toda voz universal é divina ou totalitária. Entrevista com Adriana Cavarero

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

02 Março 2018

O sangue animal derramado no Rio Vermelho, no Estado de Goiás, saiu de um frigorífico da JBS. Os 10 mil litros do líquido eram transportados da unidade da empresa, em Mozarlândia para o município de São Luís de Montes Belos.

A reportagem é de Nanny Cox, publicada por Jovem Pan, 01-03-2018. 

A carga teria como destino uma empresa de rações, já que o sangue de boi é utilizado na fabricação de alimentos animais.

O acidente aconteceu na última sexta-feira e manchou o leito de um dos rios mais importantes do estado de Goiás.

O diretor-técnico da prefeitura Pedro Alves Vieira explicou o que as investigações apontaram até o momento. O incidente não será classificado como crime ambiental porque o derramamento não causou danos ambientais, como a mortandade de peixes.

De acordo com o delegado Luziano Severino de Carvalho, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente, o caso caminha para o arquivamento.

A mancha de sangue já não pode ser vista no centro histórico da cidade de Goiás. Por se tratar de um material biodegradável e não tóxico, a tendência é que o sangue seja dissolvido por completo automaticamente.

Em contato com a Jovem Pan, a JBS encaminhou uma nota de posicionamento:

“A JBS esclarece que não é responsável pela carga citada. A Companhia reitera que todas as suas vendas são feitas de acordo com os critérios legais, o que inclui também a emissão de nota fiscal”.

Leia mais