'Café Society' mostra que mesmo os sonhos falidos podem trazer algum conforto

Mais Lidos

  • A salvação do presbítero está no humano. Artigo de Manuel Joaquim Rodrigues dos Santos

    LER MAIS
  • Entre inteligência artificial, cosmopolítica e novas ecologias do valor, pensador propõe reinventar as infraestruturas que organizam nossos desejos e reabrir a imaginação para outros futuros possíveis

    “Nervos pra fora!” Comunismo ácido recarregado. Entrevista especial com Erik Bordeleau

    LER MAIS
  • Ucrânia: primeiros humanos mortos por drone controlado por IA. Artigo de Gianluca Di Feo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

25 Agosto 2016

Temos uma reflexão madura sobre a vida, o passado e, de quebra, sobre os bastidores da Hollywood clássica.

O comentário é de Luiz Zanin Oricchio, publicado por O Estado de S. Paulo, 24-08-2016.

Abençoados os artistas que conseguem conciliar leveza e profundidade porque deles é o reino das telas. São poucos. Woody Allen é um deles. Em sua batida habitual, um filme novo a cada ano, vai mantendo nível de qualidade incrível. Os piores são bons. E os bons são ótimos, como é o caso deste Café Society.

Nele, temos uma reflexão madura sobre a vida, o passado e, de quebra, sobre os bastidores da Hollywood clássica. Esse percurso existencial é feito seguindo-se os passos de um personagem jovem, Bobby (Jesse Eisenberg). Ele sai da proteção opressiva da família em Nova York e vai em busca de um tio, Phil (Steve Carrell), que faz sucesso como produtor em Hollywood.