Onde está o corpo de Nísio Gomes?

Mais Lidos

  • Inspirado na filosofia africana de Mogobe Ramose e pela história do Quilombo Mesquita, em Cidade Ocidental, Goiás, pesquisador defende que a pluridiversidade das comunidades quilombolas revela uma forma de existência fundada na ancestralidade, na reciprocidade e na multiplicidade das cosmopercepções.

    Pluridiversidade quilombola: quando a multiplicidade dos mundos se torna horizonte de justiça, pertencimento e resistência. Entrevista especial com Manoel Barbosa Neres

    LER MAIS
  • O que falta no programa de Lula. Artigo de Luiz Carlos Bresser-Pereira

    LER MAIS
  • A figura de Trump provavelmente pairará sobre a viagem do papa à América Latina

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

13 Dezembro 2011

Da coluna de Sônia Racy, jornalista, publicada no jornal O Estado de S. Paulo, 13-12-2011, sob o títuto "Aos fatos":

Nas investigações sobre o "sumiço" do cacique guarani-kaiowá Nísio Gomes, em 18 de novembro, o Ministério da Justiça já chegou a algumas conclusões: participaram da invasão do acampamento, no Mato Grosso do Sul, somente seis pessoas – e não 40, como se falou. E as balas usadas eram de borracha.

Até agora, a Justiça nada sabe sobre o paradeiro do corpo. Ou até mesmo se há corpo a ser encontrado