"Nem sempre amamos o que é nosso’. O dia da língua guarani

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Companhias aéreas europeias começam a cortar voos devido à guerra no Irã: Lufthansa anuncia 20 mil cancelamentos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Agosto 2011

Ñane mba’évako na meméi voi jahayhu (Nem sempre amamos o que é nosso) disseram os paraguaios nesta quinta-feira ao celebrarem o dia do idioma guarani, uma língua pré-cortesina [referência a Hernán Cortés] à qual se quer dar um novo impulso no Paraguai com uma lei que obriga a utilizá-la junto com o espanhol nos documentos oficiais. Autoridades do país destacaram que o auge que o guarani vive se vê refletido em sua implantação no currículo acadêmico de numerosos países, entre eles a Argentina.

A informação é do jornal argentino Página/12, 26-08-2011. A tradução é do Cepat.