Carta pastoral critica governo sandinista

Mais Lidos

  • EUA versus Irã: uma guerra de forças desiguais que nenhum dos lados poderia vencer

    LER MAIS
  • A onda de calor que está reescrevendo a história climática da Europa

    LER MAIS
  • FIFA aciona protocolo climático e interrompe partida da Copa do Mundo 2026

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

16 Junho 2011

O comandanta sandinista Edén Pastora, ex-guerrilheiro e hoje integrado ao governo nicaraguense, disse que os bispos católicos são “incoerentes” e andam na contramão dos “velhos bispos que estão com a revolução”. Pastora respondeu assim às críticas de carta pastoral emitida pela hierarquia católica do país.

“Esses ‘muchachos’  jovens, que são os novos bispos de hoje, são os que querem apoiar os programas sociais porque estão à margem do povo”, afirmou o Comandante Zero.

A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 16-06-2011.

A carta pastoral critica os poderosos que “exercem o domínio de modo despótico e autoritário”, são prepotentes e paranóicos e “atuam como se Deus não existisse”.

O economista Edmundo Jarquin, candidato à vice-presidência da República pelo Partido Liberal Independente, comentou que o presidente Daniel Ortega compara-se, num outdoor, ao poeta Rubén Dario e ao general Augusto César Sandino. “Ele está a um passo de se comparar a Deus”, ironizou Jarquin.

A carta pastoral pede respeito aos pobres. “Devemos comprometer-nos com sua promoção humana integral, sair do puro assistencialismo econômico, e fazer com que sejam sujeitos de sua própria história”, diz o texto emitido no final de semana.

O bispo emérito Bernardo Hombach destacou que o cardeal Miguel Obando, afinado com o governo sandinista, tem essa posição em caráter pessoal.