Cientistas modificam genes de frangos para evitar gripe aviária

Mais Lidos

  • "Abusos contra os palestinos": a guerra de estupros entre Israel e o Hamas

    LER MAIS
  • Cerca de 60% dos partos realizados no Brasil são por cesariana. Apesar dessa estatística, um movimento de resgate dos saberes das parteiras tradicionais está em curso no mundo, afirma a socióloga

    Parteiras tradicionais: o resgate de um saber multicultural. Entrevista especial com Thayane Cazallas do Nascimento

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X apresenta a Declaração de Fé como uma Oferta de Diálogo

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Janeiro 2011

Uma equipe de cientistas britânicos realizou mudanças genéticas em frangos para impedir o contágio com o vírus da gripe aviária, uma das maiores ameaças à produção avícola mundial, segundo a revista Science.

A notícia é do jornal O Estado de S. Paulo, 14-01-2011.

John Lyall e seus colegas no Departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, realizaram experimentos produzindo frangos geneticamente modificados que ainda não estão disponíveis para consumo.

Os pesquisadores manipularam os genes desses animais de modo que suas células produzam um "chamariz" que imita um elemento da gripe aviária. Quando os cientistas infectam as aves com a gripe aviária, elas ficam doentes, mas não contaminam outras.

A epidemia da gripe aviária teve uma grande propagação no final da década de 1990, por meio do vírus H5N1, que é altamente infeccioso e demonstrou uma grande habilidade para sofrer mutações.

O vírus contagiou milhões de aves domésticas em dois terços do planeta e também sofreu mutações e infectou pessoas em países da Ásia e da Europa.