Senado aprova redução de áreas protegidas

Mais Lidos

  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Após uma catástrofe, existem três caminhos, explica um dos criadores do termo resiliência: continuar como antes, votar em um ditador que promete segurança ou evoluir e renascer

    “Não se pode debater com fanáticos como Trump. Se você não pensa como ele, você é um idiota”. Entrevista com Boris Cyrulnik, neuropsiquiatra

    LER MAIS
  • Sobre a possibilidade de um golpe de Estado. Artigo de Jean Marc von der Weid

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

30 Mai 2012

O Senado aprovou ontem projeto que converte em lei a Medida Provisória 558, que redefine os limites dos Parques Nacionais da Amazônia, dos Campos Amazônicos e Mapinguari; das Florestas Nacionais de Itaituba I, Itaituba II, do Crepori e do Tapajós; e da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós.

A notícia é publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 30-05-2012.

Segundo informação da Agência Senado, a relatora da proposta encaminhada pelo Executivo, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), defendeu a redefinição dos limites para facilitar a regularização fundiária de famílias que vivem em áreas sob proteção ambiental e a destinação de terras para o alagamento por usinas hidrelétricas.

Vanessa ponderou, de acordo com a assessoria do Senado, que diversas comunidades tradicionalmente localizadas em áreas que posteriormente foram decretadas como unidades de conservação viviam em uma situação de insegurança jurídica que precisa ser corrigida.

Além disso, a senadora chamou a atenção para a importância de viabilizar o aproveitamento hidrelétrico da região Amazônica, "de modo a assegurar uma matriz energética nacional limpa e garantir o desenvolvimento sustentável do país e o bem-estar da população", diz a nota.

A MP 558 havia sido decretada pelo governo em janeiro para viabilizar as usinas. Em maio, a Câmara aprovou o projeto. O relator, Zé Geraldo (PT-PA), acrescentou um dispositivo excluindo duas áreas da Floresta Nacional do Tapajós (PA) para, segundo ele, solucionar problemas agrários. O texto não foi alterado no Senado e agora segue para a sanção presidencial.