Salmo 138 na oração inter-religiosa desta semana

Mais Lidos

  • Sem sermão para leigos: escolha certa, argumentos errados. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Venezuela abalada por um duplo evento sísmico: um século de energia liberada em uma hora

    LER MAIS
  • As críticas a esta edição da Copa do Mundo “sugerem a existência de movimentos políticos e pessoas preocupadas com outras questões que não só o futebol ou o lucro da copa, como é o caso da FIFA”, avalia o antropólogo

    Copa da diáspora, dos encontros fugazes e das dificuldades de interação com a diferença. Entrevista especial com Arlei Damo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

14 Dezembro 2013

Neste espaço se entrelaçam poesia e mística. Através de orações de mestres espirituais de diferentes religiões, mergulhamos no Mistério que é a absoluta transcendência e a absoluta proximidade. Este serviço é uma iniciativa feita em parceria com o Prof. Dr. Faustino Teixeira, teólogo, professor e pesquisador do PPG em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Salmo 138

Iahweh, tu me sondas e conheces:

conheces o meu sentar e o meu levantar,

De longe penetras o meu pensamento;

examinas o meu andar e o meu deitar,

meus caminhos todos são familiares a ti.

A palavra ainda não me chegou à língua,

e tu, Iahweh, já a conheces inteira.

Tu me envolves por trás e pela frente,

e sobre mim colocas tua mão.

É um saber maravilhoso, e me ultrapassa,

é alto demais: não posso atingí-lo!

Para onde ir, longe de teu sopro?

Para onde fugir, longe da tua presença?

Se subo aos céus, tu lá estás;

se me deito no Xeol, aí te encontro.

Se tomo as asas da alvorada

para habitar nos limites do mar,

mesmo lá é tua mão que me conduz,

e tua mão direita que me sustenta.