Google acredita que computadores vão roubar empregos em breves

Mais Lidos

  • A salvação do presbítero está no humano. Artigo de Manuel Joaquim Rodrigues dos Santos

    LER MAIS
  • Entre inteligência artificial, cosmopolítica e novas ecologias do valor, pensador propõe reinventar as infraestruturas que organizam nossos desejos e reabrir a imaginação para outros futuros possíveis

    “Nervos pra fora!” Comunismo ácido recarregado. Entrevista especial com Erik Bordeleau

    LER MAIS
  • Ucrânia: primeiros humanos mortos por drone controlado por IA. Artigo de Gianluca Di Feo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

12 Novembro 2014

Para o CEO do Google, Larry Page, as constantes evoluções no setor de inteligência artificial podem fazer com que, em pouco tempo, computadores e robôs ocupem vagas de emprego que existem hoje. Em entrevista ao Financial Times, o executivo falou sobre mudanças no conceito de trabalho. “Quando computadores são capazes de assumir postos de trabalho, a maneira como pensamos no trabalho é modificada. Não há maneira de contornar isso.”

A reportagem é de Bruno Giovanni, publicada em seu blog, 06-11-2014.

Ele acredita que as novas tecnologias serão capazes de tornar empresas e negócios 10 vezes mais eficientes, o que pode resultar numa queda do preço dos produtos e serviços. Page afirmou que projetos inovadores que podem fazer diferença na vida das pessoas estão travados porque as pessoas que trabalham neles não estão satisfeitas com as funções que desempenham.

“Quando projetos assim são pensados, não estão em busca de avanços técnicos fundamentais. Eles são conduzidos por pessoas ambiciosas que simplesmente trabalham neles”, explicou. “A ideia de que todos devem atuar servilmente fazendo algo ineficiente apenas para manterem seu trabalho simplesmente não faz sentido para mim. Essa não pode ser a resposta certa”, conclui Page.