Um Papa demasiado 'severo': somente 20% dos bispos italianos está com ele

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Mai 2015

Sob o título acima, o jornal Corriere della Sera de hoje, 20-05-2015, publica a reportagem de Massimo Franco, jornalista italiano especializado em assuntos do Vaticano.

"Há depressão. As pessoas estão com a cabeça baixa. Quando fala dos papas, este Papa, que mostra uma grande misericórdia com todos, parece inclinado a usar o bastão".

Um dia depois das palavras pronunciadas, na segunda-feira, por Francisco aos bispos italianos na abertura da assembleia geral da Conferência Episcopal Italiana - CEI, deixaram marcas profundas que fizeram reaparecer reflexões amargas. Elas foram vividas como confirmação de uma severidade que há meses vem sendo sentida com dor e surpresa, como se fosse uma onda longa de um Conclave que, em 2013, revelou uma maioria hostil a qualquer hipótese de um papa italiano e curial.

A íntegra da reportagem será publicada oportunamente.

Veja também: