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Por: Jonas | 20 Setembro 2012

A última e mais recente manifestação de Emmanuel Milingo (foto), o arcebispo católico excomungado e reduzido ao estado laical, após sua clamorosa “fuga” e casamento com uma mulher coreana, Maria Sung, é como “Terceiro Patriarca da África”. Recebeu essa nomeação com solene dignidade, durante uma cerimônia ocorrida há algumas semanas, na Barlsarstone Park School, em Lusaka, cidade na qual revestiu o posto de arcebispo católico romano (há algumas décadas). Contudo, antes, nos Camarões, já havia sido realizada uma cerimônia semelhante, patrocinada por cinco das Igrejas cristãs, mais ou menos “autocéfalas” e de autogestão, que pululam em todo o continente.

A reportagem é de Marco Tosatti, publicada no sítio Vatican Insider, 18-09-2012. A tradução é do Cepat.

Em Lusaka, a cerimônia foi realizada com a aprovação da Igreja Católica Apostólica Ecumênica da Paz. Milingo foi nomeado patriarca, encarregado da África Meridional, ou seja, de Camarões, República do Congo e outros países. Contou com as aprovações da velha Igreja Católica, Igreja Católica Ortodoxa, Igreja Liberal da Espanha, Igreja Carismática do Brasil, Independente Catholic Church e outras de diferentes países, principalmente dos Estados Unidos.

“Minha nomeação possui dois significados – declarou Milingo. O primeiro é que os líderes das Igrejas africanas ponderam que eu alcancei a idade de um ancião, entre os bispos. Em segundo lugar, observaram-me e sentem que com minha experiência espiritual tenho contribuído muito com a unidade da Igreja. Viram que eu sofri muitas injustiças em silêncio”.