Juros: BC desafia bravatas. E agora? Crônica de Gilberto Maringoni

Foto: Marcelo Cruz | Agência Brasil

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS
  • EUA e Irã: perto de um acordo? O que se sabe sobre as negociações nos bastidores para pôr fim à guerra?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Março 2023

O Banco Central manteve os juros a 13,75%. Óbvio. Claro. Percebeu que os reclamos e gritos oficiais não eram para valer. Bravatas para a plateia.

O comentário é de Gilberto Maringoni, jornalista e cartunista, doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), publicado por Diário Centro do Mundo - DCM, 22-03-2023.

Em três oportunidades, a administração petista mostrou que não mordia:

A - Decidiu sequer pautar a elevação da meta de inflação na reunião do Conselho Monetário Nacional. A elevação seria um dos argumentos que poderiam justificar a queda da selic;

B - Desautorizou publicamente – com BB, com Caixa, com tudo – o ministro Carlos Lupi e o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) que decidiram reduzir as taxas para empréstimos consignados de 2,14% para 1,70% e

C - Nomeou para as diretorias do BC dois economistas neoliberais, um deles eleitor do Novo. Óbvio, são “técnicos”. Óbvio.

O mercado percebeu: o governo tem medo de usar os dentes.

Derrota de Lula, derrota de Haddad. E agora? Vão xingar mais o presidente do BC? Vai ser para valer? Vai colar?

Leia mais