Indígenas ocupam escritório empresa da Norte Energia, em Altamira

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • Conscientização individual dos efeitos das mudanças climáticas aumenta, mas enfrentamento dos eventos extremos depende de ação coletiva, diz pesquisador da Universidade de Santa Cruz (Unisc)

    Dois anos após as enchentes: planos de governo das prefeituras gaúchas não enfrentam as questões climáticas. Entrevista especial com João Pedro Schmidt

    LER MAIS
  • Como Belo Monte mudou para sempre o Xingu

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

12 Novembro 2015

Cerca de 40 lideranças indígenas, de nove etnias, ocuparam o escritório de assuntos indígenas da empresa Norte Energia na tarde da última segunda-feira (9). A empresa é a responsável pela Usina de Belo Monte, no município de Altamira, no sudoeste do Pará. Os manifestantes querem a assinatura dos contratos para realizar atividades produtivas em pelo menos 34 aldeias.

A nota foi publicada por G1, 10-11-2015.

Os índios permitiram a saída dos funcionários que estavam no prédio, mas exigiram a presença de um representante da empresa para fazer uma negociação.

No dia 6 de outubro, o mesmo grupo de indígenas ocupou o prédio da empresa por dois dias para exigir agilidade no processo de contração das empresas que serão responsáveis pelas ações de melhorias nas aldeias do Xingu. Os líderes só aceitaram desocupar o prédio com a garantia de que seriam atendidos.