Evo Morales e Nicolás Maduro aderem à vigília pela paz na Síria convocada pelo Papa

Mais Lidos

  • “Dados indicam que a Amazônia se aproxima cada vez mais de um ponto de não retorno, principalmente como resultado da combinação entre o desmatamento acumulado no sistema, as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global e os vários fatores de degradação florestal”, afirma o pesquisador

    Capacidade de recuperação da Amazônia é limitada: centro do mundo encontra-se ameaçado por práticas predatórias e ilegais. Entrevista especial com Bernardo Flores

    LER MAIS
  • Mais uma vez nos dizem que a IA pode ser consciente – eu estudo consciência e tenho minhas dúvidas. Artigo de Anil Seth

    LER MAIS
  • "Se Trump perder as eleições de meio de mandato, ele invalidará a votação, arriscando um golpe”. Entrevista com Robert Kagan

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 04 Setembro 2013

Os respectivos presidentes da Bolívia e da Venezuela, Evo Morales e Nicolás Maduro, aderiram à vigília de jejum e oração pela paz na Síria, convocada pelo Papa Francisco para o próximo sábado e pediram aos movimentos sociais de ambos os países para que façam o mesmo.

A informação é publicada por Religión Digital, 03-09-2013. A tradução é de André Langer.

Os Estados Unidos mostraram-se favoráveis a uma intervenção militar “limitada” na Síria para responder ao ataque com armas químicas de 21 de agosto, que matou mais de mil pessoas e no qual o regime de Bashar al Assad teria empregado gás sarin, embora o presidente estadunidense, Barack Obama, tenha anunciado, no sábado, que consultará o Congresso sobre essa intervenção.

Morales indicou que, assim como o Sumo Pontífice, também ele está preocupado com os planos de Washington na Síria, segundo informou a Agência Boliviana de Informação (ABI).

O presidente boliviano explicou que pedirá aos movimentos sociais do país para que se unam a este dia de jejum e meditação convocado pelo Papa para evitar a escalada do conflito sírio.

Nicolás Maduro, por sua vez, apontou pelo seu Twitter que “me somo ao apelo do Papa por um jejum mundial pela paz. Alto à guerra contra o povo árabe da Síria. Não mais morte, não mais guerra!!!”.