Democracia foi respeitada, diz dom Paulo

Mais Lidos

  • “Muitos homens pensam que perder a dominação sobre as mulheres é uma perda da sua própria masculinidade, o que não é verdade. Um homem pode ser homem, ter seus valores e nem por isso precisa dominar mulheres, crianças ou pessoas de outras etnias”, diz a socióloga

    Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

    LER MAIS
  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Dezembro 2012

Em carta escrita a mão, endereçada à "comunidade da PUC", o cardeal dom Paulo Evaristo Arns, 90, arcebispo emérito de São Paulo, diz que "a democracia foi respeitada" na escolha da nova reitora.

"Por seguir, com espanto, os acontecimentos em nossa tão respeitada PUC-SP, devo concluir para o bem de todos: a democracia [sublinhada] foi respeitada, pois o cardeal dom Odilo Pedro escolheu um dos três professores da lista tríplice", escreve.

A informação é publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 01-12-2012.

Dom Paulo é um dos mais conhecidos militantes da democracia e dos direitos humanos no país e teve atuação destacada durante a ditadura militar (1964-84), quando saiu em defesa de presos políticos e denunciou a tortura.

A sua intervenção ocorre no momento em que a oposição à posse da reitora Anna Cintra acusa dom Odilo de ter ferido a democracia na universidade ao nomear a terceira colocada na eleição.

Ele foi arcebispo de São Paulo de 1970 a 1988 e foi grão-chanceler da PUC.