Tawadros é o novo Papa copta

Mais Lidos

  • Em vez de as transformações tecnológicas trazerem mais liberdade aos humanos, colocou-os em uma situação de precarização radical do trabalho e adoecimento psicológico

    Tecnofascismo: do rádio de pilha nazista às redes antissociais, a monstruosa transformação humana. Entrevista especial com Vinício Carrilho Martinez

    LER MAIS
  • O preço do progresso: o lado sombrio dos minerais críticos na Amazônia

    LER MAIS
  • Desatai o futuro! Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

Por: Jonas | 06 Novembro 2012

A mão inocente de um menino escolheu o bispo Tawadros (foto) como o novo patriarca da Igreja ortodoxa copta do Egito. Neste domingo, em razão da cerimônia, a Catedral São Marcos, no Cairo, estava cheia.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 04-11-2012. A tradução é do Cepat.

Depois das 10h30min [de domingo], um menino sorteou, entre os três candidatos, o centésimo décimo oitavo patriarca. A cerimônia foi marcada por um protocolo solene, considerado o reflexo de uma eleição divina.

“Pedimos ao Espírito Santo que nos dê o seu apoio”, declarou o bispo Pachomius, chefe interino desta Igreja. A cerimônia da mais importante comunidade cristã do Oriente Médio aconteceu na Catedral de São Marcos, no Cairo, sede desta Igreja, cujo chefe Shenuda III morreu, no último mês de março, aos 88 anos.

O atual processo de escolha contempla uma pré-seleção de três candidatos, por voto secreto, num conselho com cerca de 2.500 pessoas do clero e dos fiéis leigos. Os candidatos pré-selecionados na segunda-feira, 29 de outubro, foram os bispos Rafael (54 anos), do Cairo, e Tawadros (60 anos), de Beheira (Delta do Nilo), e um monge, o padre Rafael Ava Mina (70 anos).

A eleição final fica nas mãos de uma criança, do sexo masculino, com idade entre 5 e 8 anos, durante a cerimônia deste domingo (04/11), nomeada como “sorteio do altar”. Confiar a eleição final a um menino “vem do passado, sendo interrompido e retomado em 1957”, data em que o procedimento foi regulamentado e aplicado em duas ocasiões (Cirilo VI, em 1959 e Shenuda III, em 1971).