'A África será minha prioridade', diz Graziano

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Janeiro 2012

Sob a gestão de José Graziano, ex-ministro de Segurança Alimentar do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) vai priorizar o combate à fome na África. Eleito em junho, Graziano assumiu o cargo na segunda-feira, mas só ontem concedeu entrevista aos jornalistas.

A reportagem é de Andrei Netto e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 04-01-2012.

O ex-ministro brasileiro apresentou as estratégias e os objetivos de sua gestão: erradicar a fome, protegendo os recursos naturais e promovendo ações de mitigação das mudanças climáticas. Prometeu ainda dar continuidade à reforma da instituição e intensificar os tralhados de campo.

Para Graziano, embora haja bolsões de pobreza e de fome em diferentes regiões do mundo, a prioridade da FAO deve ser a África. "A África será a minha prioridade durante o meu mandato", reiterou.

Questionado se a experiência do Programa Fome Zero no Brasil poderia ser expandida, Graziano lembrou que programa não era apenas uma medida, mas um conjunto de mais de 60 ações em diferentes regiões do País. "É importante que cada país enfrente a fome baseado em suas experiências locais", ponderou. "Não existe bala de prata para acabar com a fome."