Ministro diz que vazamento é pior acidente ambiental da Nova Zelândia

Mais Lidos

  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

13 Outubro 2011

O vazamento de óleo do navio liberiano Rena piorou cinco vezes desde os dias iniciais, informaram ontem as autoridades da Nova Zelândia. O navio se chocou no último dia 5 com o recife Astrolábio, a 22 quilômetros do porto de Tauranga. Na terça-feira, até 390 toneladas de óleo bruto já tinham vazado do casco rachado do navio.

"Este á o pior desastre marítimo ambiental de todos os tempos na Nova Zelândia", afirmou o ministro do Meio Ambiente do País, Nick Smith.

A notícia é do jornal O Estado de S. Paulo, 13-10-2011.

As autoridades disseram que 53 aves marinhas foram encontradas mortas e 17 tiveram de ser levadas para remoção do óleo das penas.

Uma equipe de resgate foi removida do navio na terça-feira porque formaram-se ondas de 2 a 3 metros, tornando as condições de operação perigosas. Sem a equipe a bordo, o óleo não pode ser bombeado para fora.

"Estamos stand by e vamos retomar as ações o mais rápido possível"", disse Nick Bohm, porta-voz do serviço marítimo do País.