Queimadas em MS podem ter relação com morte de peixe

Mais Lidos

  • Aumento dos diagnósticos psiquiátricos na infância, sustentado por fragilidades epistemológicas e pela lógica da detecção precoce, contribui para a medicalização da vida e a redefinição de experiências comuns como patologias

    A infância como problema. Patologização e psiquiatrização de crianças e adolescentes. Entrevista especial com Sandra Caponi

    LER MAIS
  • Leão XIV: o primeiro ano de um papa centrista. Artigo de Ignacio Peyró

    LER MAIS
  • A visita de Rubio ao Papa foi marcada por sorrisos e desentendimentos: confrontos sobre Cuba e Irã

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

31 Janeiro 2011

Cardumes de pintados, pacus, dourados, cacharas e até arraias estão boiando mortos no Rio Negro, em Aquidauana, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. A Polícia Militar Ambiental estima a mortandade em várias toneladas de peixes, mas ainda não tem a dimensão total do desastre.

A reportagem está publicada no jornal O Estado de S. Paulo, 01-02-2011.

O biólogo Roberto Gonçalves Machado, do Instituto Estadual de Meio Ambiente, constatou ontem pela manhã a ocorrência do fenômeno considerado de grande proporção, depois de voar sobre a região da sub-bacia do Rio Negro. No local, considerado um dos berçários de reprodução de peixes pantaneiros, a pesca é proibida.

Entre os sintomas verificados durante a mortandade está o fato de que os peixes agonizaram com a cabeça fora de água em busca de ar, por causa da falta de oxigênio na água.

Essa deficiência é consequência do grande volume de cinzas produzidas pelas queimadas, que é levada pelas enxurradas para o leito dos rios pantaneiros.