Inteligência artificial: Capacidades cognitivas humanas podem ser substituídas na nova era de automação

Foto: Arquivo Agência Brasil

Mais Lidos

  • “Discursos desse tipo ameaçam a democracia de forma evidente, são discursos que criam desconfiança nas instituições, em um país como o Brasil, onde a democracia não voltou há muito tempo”, afirma o pesquisador

    Polarização política brasileira e o extremismo disfarçado de encanto. Entrevista especial com Paolo Demuru

    LER MAIS
  • Lula em reunião do G-7: "Eu nunca fui de esquerda"

    LER MAIS
  • O cardeal Camillo Ruini, teólogo anticomunista que liderou a Conferência Episcopal Italiana durante a era Berlusconi, faleceu

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

20 Fevereiro 2018

Como serão os empregos daqui 20 ou 30 anos? Eles se reinventarão? Essas dúvidas surgem quando falamos de inteligência artificial. Isso porque muitas profissões serão substituídas e darão lugar à automação. Como ficará o mercado de trabalho?

A reportagem é de Giovanna Grepi, publicada por Rádio USP, 19-02-2018. 

Para a professora Adriana Cristina Ferreira Caldana, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP, a inteligência artificial tem aspectos positivos, como o armazenamento de um grande volume de dados. “Por outro lado, essa nova era da automação, que está acontecendo neste século, tem o lado humano e social que pode trazer um custo alto”, completa.

Adriana também revela que esse novo avanço é diferente das outras revoluções, porque desta vez a substituição não é mais da mão de obra da força de trabalho, mas das capacidades cognitivas humanas. Ouça a entrevista aqui.

Leia mais