Marcha para unir as famílias separadas pela fronteira

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

12 Agosto 2016

Ocorreu nessa quarta-feira, 10 de agosto, a marcha binacional (EUA-México) organizada para pedir a reunificação das famílias separadas pela fronteira que divide o México e os EUA.

A reportagem foi publicada por Agência Fides, 10-08-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Dezenas de famílias partiram às 9h30 (hora local) do Parque de Chihuahuita para se reencontrar e abraçar novamente no meio do Rio Grande com os próprios parentes provenientes dos EUA, e denunciar, com esse gesto simbólico, as políticas estadunidenses de repulsão e deportação, que provocam, como consequência, a separação dos núcleos familiares.

A manifestação também tem o objetivo de reivindicar um tratamento mais humano e digno para as famílias imigrantes e para as comunidades que vivem nas áreas de fronteira.

"Não podemos permitir", afirma em um comunicado a Border Network for Human Rights do Texas, "que quem oriente as políticas imigratórias sejam políticos irresponsáveis e desprezíveis, que dilaceram as nossas famílias para perseguir seus próprios interesses egoístas. Com esse evento, queremos abraçar uma visão de uma América que exalta os valores fundamentais da família e da comunidade, e tentar experimentar soluções propostas pelos residentes das zonas fronteiriças, em vez de uma retórica que se baseia no medo."

Organizações como a Rede de Fronteira pelos Direitos Humanos exigem há muito tempo uma reforma global das políticas imigratórias, que delineie um processo voltado a reconhecer o direito de cidadania para 11 milhões de famílias sem documentos que já vivem e trabalham nos EUA.