Esticadores de Horizontes: Juventudes exigem direito à cidade (IHU/Adital)

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • A ideologia da Palantir explicada por Varoufakis

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

30 Mai 2016

Ter acesso livre e seguro à cidade e ao próprio território onde vivem. Este, um direito humano básico, ainda é negado às juventudes socialmente excluídas, principalmente as das periferias. Com base nos depoimentos e histórias de jovens do Grande Bom Jardim - conjunto de bairros no extremo sul de Fortaleza - ouvidos pelo projeto de reportagens especiais "Esticadores de Horizontes", na semana passada. Escutamos, agora, representantes públicos e uma especialista na área de direitos humanos e juventudes para entender porque esse direito humano básico continua sendo negado. Existe vontade e conhecimento sobre essa grave deficiência, mas, seja por parte do poder público e mesmo da sociedade civil organizada, as ações de inclusão nessa perspectiva do pertencimento e do direito à cidade ainda são uma gota num oceano de necessidades.

Texto: Benedito Teixeira

Veja as matérias:

Pelo direito de pertencer à cidade

Avançar na organização popular