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Francisco. “Deus ‘destrói’ o pecado, mas não como fazem na tinturaria com as manchas”

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Por: Jonas | 01 Abril 2016

Refletindo sobre o salmista (“Lava-me totalmente de minha culpa e purifica-me de meu pecado!”), o Papa explicou com uma imagem a dinâmica do perdão divino. Fez isto dando sequência ao seu ciclo de catequese sobre a misericórdia, durante a audiência geral na Praça São Pedro: Deus, disse, “destrói” o pecado, “não como fazem na tinturaria quando levamos um vestido e lhe tiram a mancha”, mas, ao contrário, “apaga nosso pecado desde a raiz”.

 
Fonte: http://goo.gl/7zdb3i  

A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi, publicada por Vatican Insider, 30-03-2016. A tradução é do Cepat.

Francisco começou sua catequese a partir do Salmo 51: “Trata-se de uma oração penitencial na qual a súplica de perdão é precedida pela confissão da culpa e na qual aquele que reza, deixando-se purificar pelo amor do Senhor, converte-se em uma nova criatura, capaz de obediência, de firmeza de espírito, e de louvor sincero”. O título que a antiga tradição hebraica designou a este Salmo, “Miserere”, refere-se “ao rei Davi e a seu pecado com Betsabeia, a mulher de Urias, o Hitita. Conhecemos bem os fatos. O rei Davi, chamado por Deus para pastorear o povo e guiá-lo por caminhos de obediência à lei divina, trai sua própria missão e, após ter cometido adultério com Betsabeia, faz assassinar ao marido. Um horrível pecado! O profeta Natã lhe revela sua culpa e o ajuda a reconhecê-la. É o momento da reconciliação com Deus, na confissão do próprio pecado. E nisto Davi foi humilde, foi grande!”.

Como consequência, “quem ora com este Salmo é convidado a ter os mesmos sentimentos de arrependimento e de confiança em Deus que teve Davi quando havia se arrependido e, apesar de ser rei, humilhou-se sem ter medo de confessar sua culpa e mostrar sua própria miséria ao Senhor, convencido da certeza de sua misericórdia. E não era um pecado, uma pequena mentira, aquilo que havia feito; havia cometido adultério e um assassinato!”.

Para descrever o perdão de Deus são utilizadas imagens “muito práticas: apaga, lava-me, purifica-me”, prosseguiu o Papa. “Manifesta-se, nesta oração, a verdadeira necessidade do homem: a única coisa da qual temos verdadeiramente necessidade em nossa vida é aquela de ser perdoados, libertados do mal e de suas consequências de morte. Lamentavelmente – recordou -, muitas vezes, a vida nos faz experimentar estas situações; e sobretudo nelas devemos confiar na misericórdia. Deus é maior que o nosso pecado. Não esqueçamos isto: Deus é maior que o nosso pecado”.

E prosseguiu apresentando um exemplo: “‘Padre, eu não sei dizer, cometi tantas coisas graves, tantas’. Deus é maior que todos os pecados que nós possamos cometer. Deus é maior que nosso pecado. Digamos juntos? Todos. ‘Deus – todos juntos – é maior que nosso pecado!’ Mais uma vez: ‘Deus é maior que nosso pecado’. Mais uma vez: ‘Deus é maior que nosso pecado””.

Os fiéis reunidos na Praça São Pedro repetiram com o Papa três vezes a frase, com entusiasmo. “Quem reza com este Salmo – continuou Bergoglio – busca o perdão, confessa sua própria culpa, mas reconhecendo-a celebra a justiça e a santidade de Deus. E depois ainda pede graça e misericórdia. O salmista confia na bondade de Deus, sabe que o perdão divino é sumamente eficaz, porque acredita no que diz. Não esconde o pecado, mas o destrói e o apaga; mas, apaga-o desde a raiz, não como fazem na tinturaria quando levamos um vestido e apagam a mancha. Não! Deus apaga nosso pecado desde a raiz, totalmente! Por isso, o penitente se torna puro, toda mancha é eliminada e ele agora é mais branco que a neve incontaminada. Todos nós somos pecadores. E isto é verdade? Se alguém de vocês não se sente pecador que levante a mão. Ninguém, né? Todos somos”.

“Nós, os pecadores – explicou Francisco -, com o perdão, tornamo-nos criaturas novas, transbordantes de espírito e cheios de alegria. Agora, uma nova realidade começa para nós: um novo coração, um novo espírito, uma nova vida. Nós, pecadores perdoados, que recebemos a graça divina, podemos inclusive ensinar aos demais a não mais pecar”.

E, com outro exemplo, o Pontífice argentino se explicou melhor: “‘Mas, Padre, eu sou fraco: eu caio, caio’; mas, se você cai, levante-se! Quando uma criança cai, o que faz? Estende a mão à mamãe, ao papai para que a levantem. Façamos o mesmo. Se você cai por fraqueza no pecado, estenda a mão: o Senhor a toma e o ajuda a se levantar. Esta é a dignidade do perdão de Deus. A dignidade que nos dá o perdão de Deus é aquela de nos levantar, colocarmo-nos sempre de pé, porque Ele criou o homem e a mulher para estar em pé”. E concluiu: “é belo ser perdoados, mas também você, se quer ser perdoado, perdoe também. Perdoa! Que o Senhor nos conceda, por intercessão de Maria, Mãe da misericórdia, ser testemunhas de seu perdão, que purifica o coração e transforma a vida”.


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