Papa faz 16 mil quilômetros para visitar minoria católica na Mongólia

Foto: Divulgação/Vatican Media

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07 Julho 2023

O Papa vai visitar a Mongólia, de 31 de agosto a 4 de setembro, percorrendo um total de 16 mil quilômetros para visitar a minoria católica local, com cerca de 1500 pessoas.

A viagem de Roma a Ulan-Bator, capital mongol, está marcada para as 18h30 (menos uma em Lisboa) de 31 de agosto, chegando Francisco ao país asiático pelas 10h00 (03h00 em Lisboa) do dia seguinte.

A reportagem é publicada por Agência Ecclesia, 06-07-2023.

A viagem tem como lema “Esperar juntos”.

No dia 2 de setembro, pelas 09h locais (menos sete em Lisboa), Francisco é recebido oficialmente pelo presidente da Mongólia, Ukhnaagiin Khürelsükh, seguindo-se o primeiro discurso do Papa, por ocasião do encontro com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático; pelas 16h, o pontífice encontra-se com os bispos, sacerdotes, missionários, consagrados e agentes pastorais, na Catedral de São Pedro e São Paulo.

Para o dia seguinte está programado um encontro ecumênico e inter-religioso no Teatro Huno”, com o terceiro discurso do Papa, e a Missa na “Steppe Arena”, de tarde.

O último dia da visita começa às 09h30, com um encontro com agentes de caridade e com a inauguração da Casa da Misericórdia, onde Francisco fará o seu último discurso.

A Mongólica conta com o mais jovem membro do Colégio Cardinalício, o missionário italiano D. Giorgio Marengo, prefeito apostólico de Ulaanbaatar (Mongólia), de 49 anos.

De 2 a 6 de agosto, o Papa visita Portugal, para presidir a JMJ Lisboa 2023, passando por Fátima na manhã de dia 5.

Desde a sua eleição pontifícia, em 2013, Francisco visitou 60 países: Brasil, Jordânia, Israel, Palestina, Coreia do Sul, Turquia, Sri Lanka, Filipinas, Equador, Bolívia, Paraguai, Cuba, Estados Unidos da América, Quénia, Uganda, República Centro-Africana, México, Arménia, Polónia, Geórgia, Azerbaijão, Suécia, Egito, Portugal, Colômbia, Mianmar, Bangladesh, Chile, Perú, Bélgica, Irlanda, Lituânia, Estónia, Letónia, Panamá, Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Bulgária, Macedónia do Norte, Roménia, Moçambique, Madagáscar, Maurícia, Tailândia, Japão, Iraque, Eslováquia, Chipre, Grécia (após ter estado anteriormente em Lesbos), Malta, Canadá, Cazaquistão, Barém, República Democrática do Congo, Sudão do Sul e Hungria; Estrasburgo (França) – onde esteve no Parlamento Europeu e o Conselho da Europa –, Tirana (Albânia), Sarajevo (Bósnia-Herzegovina) e Genebra (Suíça).

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