Enzo Bianchi, ex-prior da comunidade de Bose: “Estou exilado em Turim e me sinto só. Venham almoçar comigo”

Foto: Niccolò Caranti | Wikimedia Commons

Mais Lidos

  • Entrevista com a inteligência artificial Claude, a IA atacada por Trump

    LER MAIS
  • “A discussão sobre soberania digital e dependência tecnológica não pode ser separada da dimensão socioambiental”, adverte professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

    Expansão de data centers no Brasil: “Quem recebe os benefícios da infraestrutura digital e quem suporta seus custos ambientais e territoriais?” Entrevista especial com Hamilton Gomes de Santana Neto

    LER MAIS
  • O jornalista Gareth Gore detalhou os escândalos do Opus Dei ao Papa: "Deve ser considerada uma seita abusiva"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

08 Setembro 2021

 

O monge pede companhia no Twitter. Em junho passado, seu último adeus a Bose: "Mas minha índole é comunitária, não eremita".

A reportagem é publicada por Il Fatto Quotidiano, 07-09-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

Um apelo contra a solidão. Enzo Bianchi, ex-prior da Comunidade de Bose, lança no Twitter: “Caros amigos, envelheci e tenho dificuldade em ir visitá-los. Vivo no exílio em Turim, sozinho, mas a minha vocação é comunitária, não eremita. Então venham vocês e para o almoço encontrarão pratos saborosos e conversaremos em paz. Hoje pimentões doces recheados com carne e temperos”.

O monge, de 78 anos, deixou a comunidade definitivamente em junho passado. Seu afastamento foi decidido pelo Vaticano em 2019 após algumas desavenças entre Bianchi - à frente da Comunidade por 55 anos - e o novo prior, irmão Luciano Manicardi.

Também naquele caso, o ex-prior havia confiado o anúncio ao Twitter: “Caros amigos, por alguns dias fiquei calado e não lhes enviei os pensamentos que surgiram no meu coração, pois uma mudança cansativa e sofrida me impediu. Para nós, idosos, migrar é uma dificuldade impensável também porque nos preparamos para o êxodo final, não para mudar de casa e de terras”.

 

 

Leia mais