Gênero e sexo

Foto: UnSplash

Mais Lidos

  • "Um leigo pode liderar a paróquia", propõe Jordi Bertomeu, representante do Dicastério para a Doutrina da Fé

    LER MAIS
  • Eleições no Brasil estão na órbita dos interesses geopolíticos dos EUA para tentar consolidar sua influência no continente sul-americano em favor das próprias investidas contra a soberania brasileira e regional

    Brasil na mira do intervencionismo trumpista. Entrevista especial com Patricia Mechi

    LER MAIS
  • Não a mais um ano de guerra na Ucrânia para 'colocar a Rússia de joelhos': Putin já perdeu. Artigo de Marco Politi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

26 Junho 2019

Segundo informações da Folha, nas últimas semanas o comando do Itamaraty enviou a seus diplomatas uma instrução bem específica: que em foros multilaterais, como a ONU, reiterem “o entendimento do governo brasileiro de que a palavra gênero significa o sexo biológico: feminino ou masculino”. Como sabemos, a luta dos movimentos progressistas é para que gênero e orientação sexual sejam retirados do reino do determinismo biológico e encarados como construções sociais. Apesar de uma pessoa nascer com órgãos sexuais de mulher, ela pode se identificar com o gênero masculino e vice-versa. “Se tal ordem não for imediatamente revertida, o Brasil se unirá a diplomacias que propagam posições retrógradas em espaços internacionais, ignorando avanços nacionais e globais na luta contra desigualdades e preconceitos”, disse ao jornal Camila Asano, coordenadora da ONG Conectas.

A informação é publicada por Outra Saúde, 26-06-2019.

No Legislativo a situação não é muito melhor. O PSOL protocolou um mandado de segurança no STF para pedir que a MP do pente-fino no INSS voltasse à Câmara dos Deputados. É que no Senado, a palavra “gênero” foi trocada para “sexo”. O partido argumenta que isso altera o mérito do texto. Já a Advocacia do Senado alegou ao STF que a mudança é “irrelevante”.

 

Leia mais