Sobre meninos e homens

Foto: PixaBay

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • A ideologia da Palantir explicada por Varoufakis

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

11 Janeiro 2019

A Associação Americana de Psicologia aprovou o primeiro documento com diretrizes voltado para meninos e homens.

De acordo com a entidade, a socialização nos parâmetros da “masculinidade tradicional” afeta a saúde física e mental desse grupo. Apesar de variar entre culturas e etnias, a APA afirma que há pontos em comum nesse ideário, como o anti-feminino, a aversão à aparência de fragilidade e o incentivo à aventura, ao risco e à violência.

A informação é publicada por Outra Saúde, 11-01-2018.

O documento despertou a fúria dos conservadores nos Estados Unidos que acusam a entidade de tentar minar a “essência” masculina. A APA já aprovou diretrizes para mulheres e vários grupos populacionais e afirma que o trabalho visa ajudar as pessoas a levar vidas mais felizes e saudáveis. “Homens detém as maiores taxas de suicídio, de doenças cardiovasculares e de solidão na velhice (...) queremos ajudá-los a expandir seu repertório emocional, não jogar fora sua força”, disse ao New York Times um dos autores das diretrizes, Frederic Rabinowitz.

Leia mais