WikiLeaks: Estados Unidos espionaram governo, empresas e banco do Japão

Mais Lidos

  • Novo bispo em Roma, um bispo novo para a Diocese de Lages. Artigo de P. Vitor Hugo Mendes

    LER MAIS
  • Nesta entrevista exclusiva, o filósofo reflete sobre a passagem do tempo, os ataques à Constituição Federal, a troca de nomes no Ministério dos Povos Indígenas e a tensão política eleitoral de 2026

    Marco temporal: ‘Nunca engoliram as nossas conquistas na Constituinte’. Entrevista com Ailton Krenak

    LER MAIS
  • Celibato sacerdotal: Quando a crítica perde a verdade. Artigo de Everson Vianna

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Jonas | 03 Agosto 2015

Os Estados Unidos espionaram autoridades do governo japonês, empresas e o governador do Banco do Japão, anunciou hoje o site WikiLeaks.

A reportagem é publicada pela Agência Brasil, 31-07-2015.

Uma lista de "35 alvos secretos da NSA (agência de segurança norte-americana) no Japão incluía o Governo japonês, empresas como a Mitsubishi (...) e vários responsáveis do Banco Central", como o governador Haruhiko Kuroda, de acordo com o WikiLeaks, que divulga documentos secretos.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, não figura entre as pessoas vigiadas pela NSA, responsável por ações de espionagem na Alemanha e França, aliados próximos dos Estados Unidos, tal como o Japão.

"Os documentos mostram o nível de vigilância sobre o governo japonês e o modo como eram colhidas e analisadas as informações de vários ministérios e serviços governamentais", afirma o WikiLeaks.

As informações obtidas "demonstram um conhecimento pormenorizado de decisões internas do Japão sobre questões como as importações de produtos agrícolas e negociações comerciais, as posições japonesas no ciclo de negociações multilaterais de Doha da Organização Mundial de Comércio, sobre energia nuclear e emissões de gases com efeito de estufa (...)", acrescenta.

As autoridades japonesas não reagiram, até ao momento, à divulgação destes documentos.