[Esticadores de Horizontes] Justiça Restaurativa evita judicialização das juventudes (IHU/Adital)

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • Aumento dos diagnósticos psiquiátricos na infância, sustentado por fragilidades epistemológicas e pela lógica da detecção precoce, contribui para a medicalização da vida e a redefinição de experiências comuns como patologias

    A infância como problema. Patologização e psiquiatrização de crianças e adolescentes. Entrevista especial com Sandra Caponi

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Mai 2016

O projeto de reportagem da Adital, 'Esticadores de Horizontes', traz nesta sexta-feira, 29 de abril, a repercussão junto ao poder público e à especialista sobre o tema da Justiça Juvenil Restaurativa, com foco na mediação de conflitos nas escolas. Tendo como base experiências concretas em Fortaleza, como a TDH apresentada na semana passada, a reportagem procede agora as escutas com o objetivo de saber como as políticas que envolvem a justiça restaurativa vêm sendo geridas e como podem impactar na redução da exclusão social e da violência que envolvem os jovens.

Veja as reportagens:

Mediação: Quando a conversa substitui o castigo
Somos todos responsáveis
Para além dos muros da escola
Justiça Juvenil Restaurativa: um convite a (re)conhecer o outro