Mulheres da Via Campesina

Mais Lidos

  • “Jesus de Nazaré era uma pessoa vulnerável e frágil, não um herói, mas sim um fracasso”. Entrevista com Juan José Tamayo, teólogo

    LER MAIS
  • “Estamos caminhando para o enfraquecimento das instituições nos vários âmbitos do país institucionalizado que o Brasil já foi”, adverte o sociólogo

    “Promiscuidade antidemocrática” e crise do STF: as relações entre poder, dinheiro e religião. Entrevista especial com José de Souza Martins

    LER MAIS
  • Deus não trabalha com “escala 6x1”. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

07 Março 2007

A Jornada Nacional da Luta das Mulheres Via Campesina, realizada durante a semana da mulher, começou ontem com quatro ocupações de terras no Rio Grande do Sul. As áreas da Aracruz (Santana do Livramento), da Votorantim (Candiota), da Stora Enzo (São Francisco de Assis) e da Boise (Eldorado do Sul) receberam as mulheres que lutam contra o "deserto verde" que se alastra pelo Estado, impedindo a reforma agrária e o desenvolvimento dos pequenos proprietários.

Segundo Maria Aparecida Silveira, participante do Movimento,  o que elas reivindicam é em primeiro lugar que "o dia 8 de março seja lembrado não como um dia de elogios, mas sim como um dia de luta pelos direitos das mulheres. E nós sabemos que, no agronegócio, as mulheres são as mais excluídas dentro da agricultura. Só queremos produzir para o consumo de nossas famílias e, no máximo, para os mercados locais. Nós não produzimos para exportação. Sabemos que 95% do cultivo de celulose é para exportação e não gera nem tributos. Nós queremos terra para produzir alimentos, porque nos preocupamos com o futuro da humanidade".

(cfr. notícia do dia 7/03/07, desta página).