Grileiros têm 12 milhões de hectares de terra no Pará

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04 Dezembro 2006

O juiz titular da Vara Agrária de Altamira, Adriano Gustavo Seduvim, quer que o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) entre na Justiça para anular o registro em cartório de três mil áreas na região ao longo das rodovias
Santarém-Cuiabá e Transamazônica, totalizando cerca de 12 milhões de hectares. São fazendas, seringais, ilhas e grandes latifúndios dentro de áreas de preservação ambiental, florestas nacionais e reservas indígenas. As fraudes promovidas por quadrilhas que atuam em cartórios da região aumentaram até mais de mil vezes o tamanho original das terras.

Um outro exemplo do caos fundiário que reina no Pará é o volume de registros nos cartórios dos municípios de Breves e Portel, no Marajó. Eles têm 125 mil pessoas sobre 35 mil quilômetros quadrados de solo. Levantamento recente feito pelo Iterpa, sobre um conjunto de 700 títulos registrados em cartórios da região, indica que a extensão total das propriedades equivale ao dobro da área real, somada, desses dois  municípios.

(cfr.notícia do dia 04-12-06,desta página)

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