"Nem sempre amamos o que é nosso’. O dia da língua guarani

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Agosto 2011

Ñane mba’évako na meméi voi jahayhu (Nem sempre amamos o que é nosso) disseram os paraguaios nesta quinta-feira ao celebrarem o dia do idioma guarani, uma língua pré-cortesina [referência a Hernán Cortés] à qual se quer dar um novo impulso no Paraguai com uma lei que obriga a utilizá-la junto com o espanhol nos documentos oficiais. Autoridades do país destacaram que o auge que o guarani vive se vê refletido em sua implantação no currículo acadêmico de numerosos países, entre eles a Argentina.

A informação é do jornal argentino Página/12, 26-08-2011. A tradução é do Cepat.