O Shakespeare ''católico'' de Rowan Williams

Mais Lidos

  • O terremoto na Venezuela coloca a "Doutrina Donroe" de Trump à prova na América Latina

    LER MAIS
  •  “Como condição e consequência, os drones podem matar civis e muitas vezes é o que acaba acontecendo tanto na Ucrânia quanto em Gaza, na Rússia e em outros lugares”, afirma o pesquisador

    Drones como armas letais de guerra e o extermínio dos inocentes. Entrevista especial com Alcides Peron

    LER MAIS
  • Horizontes Quânticos. Campo quântico, complexidade e futuros emergentes. Artigo de Rodrigo Petronio

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

04 Junho 2011

O "Bardo" "tinha um background católico". Para "certificar" a catolicidade de William Shakespeare, chega agora o parecer, totalmente com autoridade, de Rowan Williams, arcebispo de Canterbury e primaz da Comunhão Anglicana, segundo informações do jornal da Conferência dos Bispos da Itália - CEI, Avvenire.

A nota é de Giacomo Galeazzi, publicada em seu blog Oltretevere, 03-06-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Williams, que é também um douto estudioso de literatura (é sua uma biografia de Dostoiévski ainda não traduzida para o italiano, e a editora Ancora publicou uma coleção de seus textos poéticos), comunicou a sua convicção durante o Hay Festival, que ocorre nestes dias no País de Gales.

"Eu acho que isso não nos interessa muito – se devemos situá-lo entre os católicos ou os protestantes", disse Williams, referindo-se ao sumo poeta inglês, durante um diálogo com o ator Simon Russell Beale.

"Mas, para aquilo que importa, acho que ele provavelmente tinha uma experiência católica e muitos amigos católicos". Em todo caso, Williams defendeu que, a partir das informações biográficas disponíveis, o autor de Sonetos "não foi um homem muito bom em diversos sentidos. Se ele era cristão, não foi um santo".