Dia Mundial dos Imigrantes e Refugiados: “Não são números, mas pessoas”, afirma Bento XVI

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • O que pensam os especialistas sobre o acordo Irã-EUA?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 16 Janeiro 2012

O papa Bento XVI manifestou-se, neste domingo, sobre o Dia Mundial dos Imigrantes e Refugiados: "Não são números, mas pessoas. São homens e mulheres. Crianças e anciãos que procuram um lugar onde viver em paz". "Acertou em cheio", opina o jurista Wálter Maierovitch. "Que sirva ao Brasil, no trato com os nossos irmãos haitianos", diz ele em sua coluna no Terra Magazine, 15-01-2012.

Eis o comentário.

Hoje no período da manhã, a berniana praça de São Pedro, no estado do Vaticano, ficou repleta. Apesar do frio, milhares de fiéis acompanharam a manifestação do papa Ratzinger no Dia Mundial dos Imigrantes e Refugiados.

Depois da tradicional recitação do Angelus, feita da janela do quarto do papa de turno, Ratzinger leu a sua mensagem: - Não são números, mas pessoas. São homens e mulheres. Crianças e anciãos que procuram um lugar onde viver em paz.

Pano rápido. O papa Ratzinger, acusado de ser leniente com padres pedófilos ao tempo que dirigia o antigo e de triste memória Santo Ofício, acertou, desta vez, em cheio e fez um pronunciamento carregado de valores cristãos.

Que sirva ao Brasil, no trato com os nossos irmãos haitianos. E que não imitemos a França, quando da Primavera Árabe e diante dos barcos que chegaram à italiana ilha de Lampedusa.