Túmulo de Hugo Chávez vira ponto de peregrinação na Venezuela

Mais Lidos

  • Ciclo de estudos “Inteligência Artificial e Humanidades. O pensamento crítico na era algorítmica

    Inteligência artificial e humanidades: desafios do pensamento crítico na era algorítmica

    LER MAIS
  • Movimento político de viés nazifascista do Brasil dos anos 1930,  tríade integralista do século XXI mantêm-se de pé com a adição de um quarto pilar, a mentira

    Deus, Pátria, Família e Mentira: os pilares de um passado irreal e jamais realizado. Entrevista com Paulo Schiller

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 06 Junho 2013

Três meses após a morte do presidente venezuelano Hugo Chávez, o Quartel de la Montaña, lugar onde está seu corpo, continua recebendo peregrinos de todas as partes do país que se aproximam para reverenciar o líder da Revolução Bolivariana.

A reportagem é do G1 com informações da agência EFE, 05-06-2013. Foto: Jorge Silva/Reuters.

Idosos e grupos de estudantes, jovens sozinhos ou acompanhados entram no local e fazem reverências ao líder que repousa no que foi por um tempo Museu Histórico Militar e se transformou em 2002 em quartel - por ordem do líder que morreu em 5 de março.

Localizado no popular bairro 23 de Enero, uma região tradicionalmente esquerdista do oeste de Caracas, a mais popular da capital venezuelana, o edifício se divisa desde as instalações do Palácio Presidencial de Miraflores, algumas centenas de metros mais abaixo.

"Recebemos cerca de 800 pessoas diariamente de terça-feira a sexta-feira e nos fins de semana chegam a 2 mil", informa uma integrante das milícias bolivarianas - força de segurança criada pelo presidente Chávez há alguns anos - que serve de guia para um grupo de visitantes no local.

Luisa Abreu viajou de Cumaná (no extremo oriental da Venezuela) para visitar o caixão do comandante-presidente. "Sua partida foi uma dor terrível, como se tivesse perdido um parente", conta à Efe visivelmente emocionada.