Haitianos. Um ônibus por dia, vindo do Acre, chega em São Paulo

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

05 Março 2015

Da coluna de Mônica Bergamo, jornalista, publicada no jornal Folha de S. Paulo, 05-03-2015.

“Com a média diária de um ônibus de haitianos vindo do Acre para São Paulo, o padre Paolo Parise, diretor da Missão Paz, vai aproveitar visita do secretário de Estado da Justiça de SP, nesta quinta (5), para pedir socorro. "Todo dia chegam mais 35", diz Parise, que foi procurado por Aloísio de Toledo César. No local dormem 250 pessoas por noite -  a maior parte, no chão.

Além de apoio para abrigar os haitianos, o padre luta pela instalação de postos de informações nas rodoviárias da capital. E requer ação federal para agilizar a emissão de carteiras de trabalho. "Como ela demora, abre-se o caminho para a exploração."