Willy, o primeiro morador de rua sepultado no cemitério alemão no Vaticano

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Fevereiro 2015

Descansará em paz entre príncipes e cavaleiros. É a história do sem teto Willy Herteller, conhecido por todos no Vaticano e encontrado morto entre dezembro e janeiro. Amigo do Monsenhor Amerigo Ciani, o qual pediu ao Papa Francisco para sepultar o corpo no cemitério alemão no interior do Vaticano, onde estão enterrados príncipes e cavaleiros alemães. É o primeiro sem teto a ganhar essa honra.

A reportagem foi publicada no portal TGCom 24, 25-02-2015. A tradução é de Ivan Pedro Lazzaratto.

Era conhecido por todos na Santa e todos o queriam bem, relata “Il Messagero”. O flamengo de 80 anos vivia de esmolas nas proximidades da Praça São Pedro. Participava à missa e, sentado entre os alpendres, observava o vai e vem das pessoas.

Entre dezembro e janeiro, algumas pessoas perceberam que aquele homem deitado no chão estava sem sinais de vida. Foi transportado de ambulância para o hospital, onde veio a falecer. Foi o Monsenhor Ciani a perceber sua falta: depois de algumas procuras, descobriu a verdade. Foi ele que intercedeu junto ao Pontífice: agora Willy descansará realmente em paz.