Lava-jato pode atrasar Belo Monte

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16 Janeiro 2015

As consequências financeiras da Operação Lava-Jato para algumas construtoras aumentam o risco de não cumprimento do cronograma da hidrelétrica de Belo Monte, principal projeto de geração de energia do país, orçado em R$ 30 bilhões.

A informação consta de reportagem publicada pelo jornal Valor, 16-01-2015.

Previsto para entrar em operação fevereiro, a usina já está atrasada em um ano. A OAS, que enfrenta dificuldades financeiras decorrentes da Lava Jato, tem 11,50% do Consórcio Construtor Belo Monte - CCBM. Outras duas empresas que compõem o consórcio e são investigadas pela Lava Jato, a Queiroz Galvão e a Galvão Engenharia, tiveram os ratins rebaixados esta semana.