Esticadores de Horizontes: Juventudes exigen derecho a la ciudad (IHU/Adital)

Mais Lidos

  • Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a República

    LER MAIS
  • Pesquisadora reconstrói a genealogia do ecofascismo e analisa as apropriações autoritárias do pensamento ambiental, desde o evolucionismo do século XIX e o imaginário “ecológico” nazista até suas mutações contemporâneas. Ela examina novas formas de “nacionalismo verde” e explica como a crise climática é instrumentalizada pela extrema-direita para legitimar exclusões, fronteiras e soluções antidemocráticas

    Ecofascistas: genealogias e ideias da extrema-direita "verde". Entrevista com Francesca Santolini

    LER MAIS
  • A guerra dos EUA e Israel com o Irã: informação, análise e guerra assimétrica. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

30 Mai 2016

Tener acceso libre y seguro a la ciudad y al mismo territorio donde viven. Este derecho humano básico, todavía es negado a las juventudes socialmente excluidas, principalmente en las periferias. Basado en los testimonios e historias de vida de los jóvenes del Gran Bom Jardim – conjunto de barrios ubicados en el extremo sur de Fortaleza – escuchados la semana pasada por nuestro equipo de la serie “Esticadores de Horizontes”, escuchamos ahora, a representantes públicos y a una especialista en derechos humanos y juventudes para entender porque ese derecho humano básico, continúa siendo negado. Existe conocimiento de esta gran deficiencia y voluntad de enfrentarla, pero tanto por parte del poder público, como de la sociedad civil organizada, las acciones de inclusión en la perspectiva de pertenencia y derecho a la ciudad, son todavía como una gota de agua en un océano de necesidades. 

Texto: Benedito Teixeira

Vea los artículos

Por el derecho de pertenecer a la ciudad

Avanzar en la organización popular