Protesto é marcado próximo ao Maracanã no dia do jogo entre México e Itália

Mais Lidos

  • A ferrovia bioceânica Brasil-Peru promete agilizar o comércio com a China. Mas a que custo?

    LER MAIS
  • “As ideias de Yarvin e de outros são um absurdo, mas as prescrições liberais do mundo seguem linhas semelhantes". Entrevista com Carlos Fernández Liria

    LER MAIS
  • Antonio Banderas ao Papa: "Estou aqui hoje confessando ter sido vítima do feitiço de Deus"

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

15 Junho 2013

Para dar continuidade à sequência de manifestações contra o aumento das tarifas de ônibus, internautas organizam um protesto pacífico por meio de redes sociais para este domingo, às 14h30, no Maracanã. Desta vez, a causa da manifestação é mais ampla: o aumento do custo de vida nas cidades-sede da Copa do Mundo e a falta de investimento em saúde e educação. No mesmo dia o estádio será palco do jogo entre México e Itália, às 16h, válido pela primeira rodada da Copa das Confederações Fifa 2013.

A reportagem é de Victor Machado e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 15-06-2013.

O protesto está marcado para começar em frente à Aldeia Maracanã, próximo ao estádio. O evento foi criado nesta sexta-feira, no Facebook, e já conta com mais de oito mil adesões. A principal reclamação por parte dos que confirmaram presença  na manifestação é o aumento da passagem de ônibus no Rio de Janeiro, que subiu de R$ 2,75 para R$ 2,95, mas também serão cobrados investimentos do poder público em outras áreas.

Assim como em manifestações semelhantes, os participantes pretendem levar cartazes para protestar pacificamente no local previamente combinado.

Em decorrência da reação violenta da polícia em casos recentes, principalmente em São Paulo, a página do protesto conta com recomendações dos manifestantes para que todos compareçam ao local com os corpos cobertos pela bandeira do Brasil. Eles se baseiam no artigo 44º do Decreto-lei nº 898, de 29 de setembro de 1969, que afirma que “destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público” incorre em pena de detenção, o que pode variar de dois a quatro anos.