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23 Mai 2016

De nada valeram as pressões da ONU. Não escutados os apelos da Igreja local. O presidente Uhuru Kenyatta não recua. E reafirma, aos enviados do Conselho de Segurança, a intenção de querer fechar o campo de refugiados de Dadaab – o maior do mundo – e aquele de Kakuma. O primeiro, pensado para acolher 90 mil refugiados, foi inaugurado em 1991. Devia ser uma estrutura temporária. Após mais de vinte anos, literalmente explodiu até hospedar 440 mil pessoas, em geral somalis.

A reportagem é de Luca Mieli, publicada por Avvenire, 22-05-2016. A tradução é de Benno Dischinger.

“Questão de segurança nacional”, foi a lapidar justificação das autoridades quenianas num País no qual os ataques ao centro comercial Westgate de Nairobi (setembro de 2013, 67 mortos) e à Universidade de Garissa (abril de 2015, 148 vitimas), são ainda uma ferida aberta. E sanguinolenta. No passado, por diversas vezes, Nairobi acusou os milicianos somalis de al-Shabaab de utilizarem o campo para mover os seus ataques. Na segunda estrutura se concentram em torno de 190 mil pessoas, principalmente prófugos da guerra civil no Sul do Sudão, levando a mais de 600 mil o total dos refugiados em risco.

O fechamento do campo, fixado para maio de 2017 e para o qual o governo declarou ter desbloqueado 10 milhões de dólares, criaria um contra êxodo de prófugos de efeitos dificilmente calculáveis. Segundo quanto relatado ontem pela imprensa local, os enviados da ONU, guiados pelo atual presidente do Conselho de Segurança, o egípcio Abedellatif Aboulatta, definiram como “contraproducente” a decisão de fechar os campos, oferecendo a Nairóbi a oportunidade de definir modalidades através das quais melhorar a situação. Mas, os encontros havidos tanto com o presidente como com funcionários dos ministérios do Interior e Exterior não produziram resultados. Segundo quanto foi referido por fontes diplomáticas no Saturday Nation, o governo de Nairóbi tem sido irremovível.

Em janeiro, o Acnur, a agência ONU para os refugiados, havia anunciado um plano para repatriar 50 mil somalis, como havia assegurado Raouf Mazou, o representante do Acnur no Quênia. Empresa árdua, se não impossível: o caos produzido por guerras, divisões internas e extremismo islâmico tem causado e morto na Somália entre 350 mil e um milhão de pessoas. Em 2015 uns seis mil deixaram Dadaab.

Muitas vozes se ergueram, nos dias passados, na tentativa de dissuadir Nairóbi. “Fechar o campo de refugiados de Dadaab terá sem nenhuma dúvida consequências não só para centenas de milhares de refugiados, mas para toda a região”, escreveram os bispos do País numa declaração enviada à Agência Fides. “Se o governo do Quênia tem motivado a decisão de fechar os campos de acolhida por razões de segurança nacional, os bispos têm reconhecido “as preocupações genuínas e entendem a determinação de reforçar a segurança, mas isto deve ser feito pelo cuidado e a proteção de todos aqueles que vivem no interior dos confins do Quênia”.

De sua parte, a Alta representante para a política exterior EU, Federica Mogherini, expressou toda a sua preocupação pelo anúncio da parte do governo, mas também recordou que “a Comissão Europeia mobilizou mais de 120 milhões de euros em ajudas humanitárias para os campos de prófugos no Quênia no decurso dos últimos dez anos”.


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