Argumentos para o encontro de Paris

Mais Lidos

  • Em vez de as transformações tecnológicas trazerem mais liberdade aos humanos, colocou-os em uma situação de precarização radical do trabalho e adoecimento psicológico

    Tecnofascismo: do rádio de pilha nazista às redes antissociais, a monstruosa transformação humana. Entrevista especial com Vinício Carrilho Martinez

    LER MAIS
  • A Espiritualidade do Advento. Artigo de Alvim Aran

    LER MAIS
  • Desatai o futuro! Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

05 Agosto 2015

As medidas apresentadas por Obama representam argumento de peso para a Conferência Mundial sobre o Clima, que será realizada em dezembro em Paris. Nela se espera a assinatura de um acordo global para a luta contra a mudança climática.

A reportagem é de Cristina Fernández-Pereda, publicada pelo jornal El País e reproduzida pelo sítio Mundo Sustentável, 03-08-2015.

O presidente Obama se comprometeu com a luta contra a mudança do clima desde o início de seu mandato, mas um primeiro choque com a oposição republicana fez que suas propostas dessem lugar a outras prioridades. Nos últimos dois anos a Casa Branca deu maior reconhecimento aos dados defendidos pela comunidade científica, apoiando-se diretamente neles para justificar sua regulamentação mais ambiciosa, tanto para os norte-americanos quanto para outras nações.

Em 2014, os EUA se comprometeram a reduzir as emissões de dióxido de carbono em até 28% em 2025, em relação aos níveis de 2005. A nova regulamentação indica reduções ainda maiores, que podem servir para os EUA justificaram sua posição diante de outras potências poluidoras - como China, Índia e Brasil - e exigir compromissos mais amplos na próxima reunião da ONU.

Como introdução para esse encontro, Obama também conseguiu em 2014 um acordo bilateral com o Governo da China para a redução das emissões nos dois países e dessa forma aumentar a pressão sobre outras nações. Nesse pacto, a China aceitou pela primeira vez em sua história estancar o aumento de suas emissões antes de 2030.