Argumentos para o encontro de Paris

Mais Lidos

  • “Estamos em meio a uma ruptura, não a uma transição". Discurso de Mark Carney

    LER MAIS
  • Operação anti-imigrantes em Minnesota: ICE prende menino de 5 anos que voltava da escola

    LER MAIS
  • 'A impunidade não durará para sempre': O que dá esperança. Entrevista com Francesca Albanese

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Agosto 2015

As medidas apresentadas por Obama representam argumento de peso para a Conferência Mundial sobre o Clima, que será realizada em dezembro em Paris. Nela se espera a assinatura de um acordo global para a luta contra a mudança climática.

A reportagem é de Cristina Fernández-Pereda, publicada pelo jornal El País e reproduzida pelo sítio Mundo Sustentável, 03-08-2015.

O presidente Obama se comprometeu com a luta contra a mudança do clima desde o início de seu mandato, mas um primeiro choque com a oposição republicana fez que suas propostas dessem lugar a outras prioridades. Nos últimos dois anos a Casa Branca deu maior reconhecimento aos dados defendidos pela comunidade científica, apoiando-se diretamente neles para justificar sua regulamentação mais ambiciosa, tanto para os norte-americanos quanto para outras nações.

Em 2014, os EUA se comprometeram a reduzir as emissões de dióxido de carbono em até 28% em 2025, em relação aos níveis de 2005. A nova regulamentação indica reduções ainda maiores, que podem servir para os EUA justificaram sua posição diante de outras potências poluidoras - como China, Índia e Brasil - e exigir compromissos mais amplos na próxima reunião da ONU.

Como introdução para esse encontro, Obama também conseguiu em 2014 um acordo bilateral com o Governo da China para a redução das emissões nos dois países e dessa forma aumentar a pressão sobre outras nações. Nesse pacto, a China aceitou pela primeira vez em sua história estancar o aumento de suas emissões antes de 2030.