Padre espanhol com ebola morre em hospital de Madri

Mais Lidos

  • Inteligência artificial e o papel das humanidades. Pensamento crítico na era algorítmica. Artigo de Carl A. Raschke

    LER MAIS
  • Ciclo de estudos “Inteligência Artificial e Humanidades. O pensamento crítico na era algorítmica

    Inteligência artificial e humanidades: desafios do pensamento crítico na era algorítmica

    LER MAIS
  • Movimento político de viés nazifascista do Brasil dos anos 1930,  tríade integralista do século XXI mantêm-se de pé com a adição de um quarto pilar, a mentira

    Deus, Pátria, Família e Mentira: os pilares de um passado irreal e jamais realizado. Entrevista com Paulo Schiller

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

12 Agosto 2014

Na foto se vê Miguel Pajares, padre espanhol, e Georges Combey, falecido no dia de ontem.

O padre espanhol Miguel Pajares, de 75 anos, o primeiro europeu infectato pelo surto do vírus ebola, que já matou mais de mil pessoas na África Ocidental, morreu num hospital de Madri, informou nesta terça-feira uma porta-voz das autoridades municipais de saúde.

A informação é publicada pelo portal do jornal O Globo, 12-08-2014.

A porta-voz não disse quando morreu Pajares, que tinha sido transportado da Libéria para a Espanha em 7 de agosto depois de contrair a doença enquanto trabalhava para uma organização não governamental no país africano.

O padre estava recebendo tratamento no hospital Carlos III, onde estava em quarentena desde seu retorno da África.O Ministério da Saúde disse que ele estava sendo tratado com o medicamento experimental ZMapp, fabricado pela companhia americana Mapp Biopharmaceutical. Dois trabalhadores humanitários norte-americanos infectados pela doença têm mostrado alguns sinais de melhora desde que receberam o medicamento.

Pajares foi repatriado com a freira Juliana Bohi, que teve resultado negativo em exames para verificar se estava com o Ebola.